Policial

PODER PARALELO

Cúpula do PCC em Umuarama é presa em operação da polícia

24/06/2019 15H07

PODER PARALELO Cúpula do PCC em Umuarama é presa em operação da polícia

Umuarama – A Polícia Civil de Umuarama deflagrou nesta segunda-feira (24) a Operação Poder Paralelo, resultado de mais de quatro meses de investigações sobre um crime de homicídio. Ao todo foram cumpridos 8 mandados de prisão contra integrantes do Primeiro Comando da Capital, além da própria esposa da vítima. Um dos criminosos presos estava foragido da Justiça e possuía em seu desfavor dois mandados de prisão também pela prática de outros crimes de homicídio e latrocínio.

A EXECUÇÃO

O crime ocorreu no dia 06 de fevereiro 2019, por volta das 23h, na Estrada Pavão, em Umuarama, após a esposa da vítima, M.R.C. então com 32 anos, ter descoberto um suposto abuso de Cassiano contra a filha do casal. Segundo a polícia, a mulher C.B.V.S. levou o caso ao conhecimento do PCC, que, por sua vez, decidiu executar a vítima pela suposta prática do estupro. Até o momento a violência contra a criança não foi confirmada.

PCC

De acordo com a polícia, um dos líderes do PCC no Paraná, atualmente preso na Penitenciária Estadual de Cruzeiro do Oeste (PECO), orquestrou a ação de dentro do presídio, arregimentando e coordenando os membros da facção que se encontravam em liberdade.

Segundo a polícia, toda a ação criminosa foi previamente planejada e contou com apoio logístico de faccionados residentes nas cidades de Umuarama, Cruzeiro do Oeste, Cianorte e Jesuítas. Ao todo, cinco membros do Primeiro Comando da Capital participaram do crime.

Segundo o delegado-adjunto da 7ª SDP, Gabriel Menenzes, o “resultado positivo só foi possível após intensos e incansáveis trabalhos investigativos realizados pelo Grupo de Diligências Especiais (GDE) da Polícia Civil de Umuarama”.

OS PRESOS

De acordo com a polícia, três mandados foram cumpridos hoje em Umuarama e os detidos recolhidos na cadeia local. Os outros cinco mandados foram contra quatro pessoas que já estão presas, sendo dois na PECO, um na cadeia pública de Cianorte e em Jesuítas.