Aragão Filho

15/06/2018

Aragão Filho

15/06/2019 08H00

Sem sangue

O ex-presidente Lula voltou a ser entrevistado, agora pelos jornalistas Juca Kfoury e José Trajano.

Lula disse que não acredita que Jair Bolsonaro (PSL) tenha sido de fato atingido por facada em setembro de 2018, às vésperas da eleição.

Lula sustenta sua tese dizendo que não viu sangue.

A cicatriz que Bolsonaro exibiu até em programa de TV deve ser efeito especial, produção de profissionais do cinema.

Ele disse:

O simulador não tem eficácia comprovada, ninguém conseguiu demonstrar que isso tem importância para formação do condutor. Nos países ao redor do mundo, ele não é obrigatório, em países com excelentes níveis de segurança no trânsito também não há essa obrigatoriedade. Então, não há prejuízo para a formação do condutor”.

De Tarcísio Freitas, ministro da Infraestrutura, ao anunciar o fim da obrigatoriedade do simulador para a expedição da CNH.

Escrito apenas ontem…

Porém (e sempre tem um porém), o que quero dizer e o que pesa na balança… nos estreitos esquisitos e escamosos, caminho do roçado do bom Deus, onde o vento encosta o lixo e as pragas botam ovos… o povão só berra da geral sem nunca influir no resultado.

– Plínio Marcos.

O insulto Diário

Esse escracho sobre Sergio Moro e Deltan Dallagnol é pura hipocrisia. De repente o Brasil descobriu-se puro e virtuoso.

Como sempre na hipocrisia, os menos virtuosos são os mais severos no condenar o juiz e o procurador.

Neste país agora bíblico os que mais atiram pedras não resistiriam a um piparote na orelha.

– Rogério Distéfano.

Suco faz mal

Um estudo divulgado no início de maio em uma revista científica norte-americana [Journal of American Medical Association – JAMA] assegura que suco natural de fruta pode ser tão ruim para a saúde quanto refrigerante.

Ao tomar um suco de fruta, mesmo sem adoçar, a pessoa ingere uma quantidade de calorias semelhante a refrigerante, e isso traria um impacto negativo na saúde dos idosos.

Já cerveja e vinho continuam em alta e o antigão aqui continua, portanto, com a saúde em dia.

O meu primeiro

O novo texto da reforma da Previdência beneficia servidor antigo e mantém abismo no setor privado.

É exatamente o que deseja a elite privilegiada do setor público, aquela que tem tempo, recursos e disposição para brigar para manter seus privilégios.

Mundo cão

Uma das maiores multinacionais da área farmacêutica, o laboratório Pfizer, deixou deliberadamente de colocar no mercado um medicamento que agiria contra o Alzheimer.

Uma matéria publicada no jornal El País diz que o produto não foi lançado porque o lucro seria pequeno.

O futuro é hoje

Pioneira no e-Comerce, a Magazine Luiza amplia muito o alcance no mercado varejista com a compra da Netshoes.

Os acionistas da Netshoes também não vão ficar tristes com o valor a ser rateado entre eles; US$ 115 milhões.

De dólares, faça as contas.

Encontro na Gazin

O radialista Zé Leo foi recepcionado nesta semana pelo dinâmico Paulinho Cardoso, gerente de Marketing do Moveis Gazin. Zé Leo apresenta programas na Ilustrada FM hoje e amanhã cedo.

Visita na Educação sobre centro para surdos

O deputado estadual Delegado Fernando esteve nesta semana em visita à Secretaria Estadual de Educação, onde tratou sobre o Centro de Atendimento ao Surdo de Umuarama. O centro não estaria em funcionamento por falta de profissionais habilitados. E que existe uma questão jurídica atrapalhando o atendimento de surdos e crianças especiais. A intenção é resolver o problema.

Editoras criam livraria para vender audiolivro

São Paulo, (AE) – Três grandes editoras brasileiras, Sextante, Grupo Record e Intrínseca, em parceria com a Bronze Venture, se unem na criação da Auti Books, plataforma para venda de audiolivros, destaca o jornal O Estado de S. Paulo.

O lançamento será nesta sexta-feira, 14, com cerca de 100 títulos das três sócias e também da Companhia dos Livros e da Universo dos Livros. Outras editoras também poderão oferecer seu acervo na plataforma que será administrada por Claudio Gandelman, profissional da área de TI.

Para um mercado que enfrenta sua pior crise, os audiolivros surgem como uma esperança – apesar do alto investimento (a hora finalizada custa entre R$ 1.500 e R$ 2 mil). Considerando o índice de crescimento nos EUA (37% em 2018, segundo a Associação Americana de Editores) e na Europa, as horas passadas pelo brasileiro no smartphone e o tempo gasto nos deslocamentos, o potencial de venda é alto, acreditam os editores.

Nesta nova tentativa de fazer os audiolivros emplacarem – houve, no passado, livros em fita K7 e CD -, duas empresas brasileiras começaram a desbravar o setor antes da chegada dos grandes players e da própria Auti Books. A Tocalivros vende e oferece serviço de assinatura. Já a Ubook, que recentemente fez uma parceria com o Google Play possibilitando a entrada da empresa de tecnologia neste mercado no Brasil, segue com seu serviço de assinatura enquanto Google vende os títulos convertidos ou oferecidos pela Ubook. A Audible, plataforma da Amazon, é esperada há alguns anos.

“Criamos uma solução que gostaríamos que fosse oferecida para nós”, conta Tomás da Veiga Pereira, sócio da Sextante – e também da Intrínseca. “Nenhuma editora sozinha faz verão. Vamos nos unir, partilhar custos e investimentos e trazer alguém que possa se dedicar plenamente a isso.” Tomás destaca, ainda, a aposta de algumas editoras em ter seus autores lendo seus próprios livros – na primeira leva da Sextante está Me Poupe!, best-seller de Nathalia Arcuri lido por ela. E ele diz que os audiolivros podem fazer “uma bela transformação” criando empregos e “formando muito mais leitores”.

Jorge Oakim, dono da Intrínseca, espera ter 70 audiolivros até o fim do ano e acredita que neste primeiro momento os títulos de não ficção possam ter mais saída. “Mas a longo prazo, o formato vai funcionar para todos os gêneros e para todas as idades.”