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WhatsApp se torna meio de atendimento das empresas para reduzir queixas

26/05/2021 19H12

Segundo uma pesquisa divulgada pelo GLOBO, feita com 7.906 consumidores pelo Instituto Ibero-Brasileiro de Relacionamento com o Cliente (IBRC), em parceria com o Instituto de Pesquisas e Estudos da Sociedade e Consumo (IPS Consumo), menos de um terço dos brasileiros se dizem satisfeitos com os Serviços de Atendimento ao Cliente (SACs) das empresas.

Buscando tentar reduzir o número de reclamações de consumidores e melhorar o atendimento ao público, empresas de diversos setores estão investindo no lançamento de canais de comunicação através do WhatsApp.

O site Abri, que divulga e atualiza os SACs disponibilizados pelas principais empresas confirma que, nos últimos meses, sempre que são verificadas as formas de atendimento oferecidas, o WhatsApp tem aparecido com maior frequência, especialmente entre os bancos e serviços do setor financeiro em geral.

Os clientes do Banco do Brasil, por exemplo, podem realizar operações bancárias diretamente no aplicativo de mensagens WhatsApp. Estão disponíveis serviços como: pagar contas (boletos e convênios), consultar limite de cartão, saque sem cartão, transferência entre contas-correntes do Banco do Brasil, fatura de cartão de crédito, entre outras. Para iniciar a operação, o WhatsApp do Banco do Brasil atende através do número (61) 4004-0001, basta iniciar uma conversa pelo aplicativo.

A Light, concessionária de energia, também criou um canal de atendimento pelo WhatsApp. Neste primeiro momento, são oferecidos os serviços de 2ª via, consulta de débitos e atualizações cadastrais por meio do número (21) 99981-6059.

Outra pesquisa que também reforça a necessidade de atualização dos SACs é a divulgada pelo Grupo Sercom em parceria com o instituto de pesquisas Qualibest, que aponta que o chat e o WhatsApp são os canais preferidos pelos consumidores quando eles precisam contatar as empresas.

“A pandemia ensinou que investir em tecnologia é necessário. É preciso, cada vez mais, facilitar processos”, declarou Fernando Pompei, diretor comercial do grupo Sercom. “Mas apesar do uso intenso dos bots, o humano sempre estará lá para resolver demandas com nível de dificuldade superior”.