Cotidiano

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

Idosa e netos são agredidos pela filha durante furto de dinheiro e celular em Iporã

08/06/2026 07H57

Jornal Ilustrado - Idosa e netos são agredidos pela filha durante furto de dinheiro e celular em Iporã

Uma ocorrência de violência doméstica mobilizou equipes da Polícia Militar na madrugada desta segunda-feira (8), em Iporã. Uma mulher de 33 anos é suspeita de agredir a própria mãe, uma idosa de 65 anos, ameaçar dois netos menores de idade da idosa e furtar um aparelho celular da família.

De acordo com a Polícia Militar, a equipe foi acionada por volta da 1h após denúncias anônimas ao telefone 190 informando que uma mulher acompanhada de duas crianças chorava e pedia socorro em via pública, na região central da cidade.

Durante patrulhamento, os policiais localizaram a idosa e os dois netos. Conforme relato da vítima, a filha, que seria usuária de substâncias entorpecentes, teria se apoderado de seu celular e realizado uma transferência bancária de R$ 50 para a própria conta sem autorização, supostamente para adquirir drogas.

Ao tentar recuperar o aparelho para verificar a movimentação financeira, a idosa foi agredida com tapas e puxões de cabelo. Segundo a denúncia, ela chegou a ser derrubada no chão durante a ação. Uma das netas também teria sido vítima de agressões, sofrendo puxões de cabelo.

Além das agressões, a suspeita teria ameaçado de morte a mãe e as duas crianças antes de fugir do local levando o celular.

Diante da situação de risco, a Polícia Militar prestou apoio às vítimas, acompanhando-as até a residência para a retirada de roupas e pertences pessoais. Em seguida, a família foi encaminhada para um local seguro, visando preservar a integridade física dos envolvidos.

Os policiais realizaram buscas em diversos pontos do município, mas a autora não foi localizada. O caso foi registrado em boletim de ocorrência e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Iporã, que dará continuidade às investigações.

A Polícia reforça que casos de violência doméstica podem ser denunciados pelos telefones 190 e 181, além dos canais especializados de proteção às mulheres e crianças.