AÇÃO POLICIAL

Depois da morte de Caio Alexandre Monteiro Aleixo, de 32 anos, conhecido como “Piriquito” durante uma ação policial no Conjunto Residencial Guarani, em Umuarama na tarde de quinta-feira (30), a Polícia Militar divulgou a dinâmica do confronto que terminou com o suspeito baleado. Ele era alvo de um mandado de prisão por duplo homicídio e, conforme a corporação, também era investigado pela morte da namorada.
De acordo com a Polícia Militar, equipes da ROCAM e da ROTAM receberam informações, em conjunto com a Polícia Civil, sobre a localização do suspeito e se deslocaram até a residência dele para cumprir um mandado de prisão expedido pela 1ª Vara Criminal de Umuarama.
Segundo a polícia, ao chegarem ao imóvel, os policiais encontraram a casa aberta e realizaram um adentramento tático após tentativas de contato com o morador. Durante as buscas, constataram que o homem havia fugido pelos telhados e quintais de imóveis vizinhos.
De acordo com a PM, as equipes então iniciaram um cerco no quarteirão. Segundo a PM, ao avançarem pelo quintal de uma residência ao lado, foram recebidas a tiros pelo suspeito, que utilizava uma pistola calibre 9 milímetros.
Ainda conforme a corporação, diante da agressão, os policiais reagiram para cessar a ameaça. O Samu foi acionado imediatamente, mas o homem morreu no local.
Na residência, os policiais apreenderam porções de maconha e crack, além de uma mochila com munições de calibre 9 milímetros. A pistola utilizada pelo suspeito também foi recolhida e passará por perícia.

Conforme as investigações policiais, o homem era apontado como autor de três homicídios registrados na região. Dois deles ocorreram na madrugada de 19 de julho, quando Gabriel Luiz Jacinto de Souza, de 26 anos, foi morto na Avenida da Estação, no Jardim Tropical, e, menos de cinco minutos depois, Wesley Queiroz Tófoli, de 29 anos, foi executado em frente à própria residência, no Jardim Colibri.
O terceiro caso é o homicídio de Izabelly Beatriz da Silva Teixeira, de 25 anos, encontrada morta com um tiro na nuca às margens da PRC-272, próximo ao acesso a Francisco Alves, em abril de 2024. O suspeito havia sido preso por esse crime e respondia pelo caso.
A Polícia Civil e a Polícia Científica realizaram a perícia no local do confronto e seguem com os procedimentos relacionados à ocorrência.