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Crianças passam mal após ingerirem tadalafila levada por colega para escola em SC

27/04/2026 18H54

Jornal Ilustrado - Crianças passam mal após ingerirem tadalafila levada por colega para escola em SC

Três crianças precisaram de atendimento médico após ingerirem comprimidos de tadalafila levados por um colega de classe para uma escola de Itajaí, no Litoral Norte de Santa Catarina. O caso aconteceu nesta semana e mobilizou equipes de socorro, além de gerar preocupação entre pais, professores e autoridades.

Segundo as informações apuradas, um dos alunos levou o medicamento para a escola e distribuiu os comprimidos aos colegas durante o intervalo das aulas, como se fossem balas ou doces.

A tadalafila é um medicamento utilizado principalmente no tratamento de disfunção erétil e problemas circulatórios específicos, e seu uso sem prescrição médica pode provocar reações adversas, especialmente em crianças.

Pouco tempo após a ingestão, os estudantes começaram a apresentar sintomas como náuseas, tontura e taquicardia, o que chamou a atenção da equipe pedagógica.

Diante da situação, a direção da escola acionou imediatamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que realizou os primeiros socorros ainda na unidade escolar e encaminhou as crianças para atendimento hospitalar.

Conforme boletim médico divulgado posteriormente, os alunos passaram por procedimentos emergenciais e permaneceram em observação. O estado de saúde deles é considerado estável.

Em nota oficial, a Secretaria de Educação informou que a escola seguiu todos os protocolos de emergência e está prestando apoio às famílias envolvidas, além de colaborar com as investigações.

O caso também foi registrado na delegacia local e o Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar a situação, especialmente em razão da idade dos envolvidos.

A Polícia Civil deverá investigar como o medicamento saiu do ambiente doméstico e chegou às mãos da criança, além de apurar eventuais responsabilidades.

Os nomes dos estudantes e da instituição de ensino não foram divulgados, com o objetivo de preservar a identidade dos menores envolvidos.