Aragão Filho

08/04/2021

Aragão Filho

08/04/2021 06H28

Foto dia

preto.jpg

Visita em Alto Paraíso

Na última segunda-feira, o prefeito Preto e a secretária de Promoção Social, Ana Paula Leme receberam a visita do Chefe do Escritório Regional da SEJUF, Francisco José Bochi. Na oportunidade, ele aproveitou para acompanhar a reunião da Programa Caixa d’Água Boa onde as famílias contempladas receberam orientações sobre a instalação e execução do programa. Francisco também visitou as dependências do CRAS onde conheceu a equipe e os serviços realizados. Na foto, o prefeito Preto na recepção às lideranças.

Foto dia

treino.jpg

Treinando e mantendo o ritmo para o pós-pandemia

O atleta de Umuarama, Márcio Calgara, não tem participado de corridas, todas suspensas devido à pandemia do coronavírus, mas está mantendo os treinamentos para quando as provas voltarem a ser realizadas. Ele diz que a meta é não perder o preparo e lembra que as corridas são benéficas para a saúde. Outros atletas destaques que estão treinando forte são o Geovane dos Santos e também Joseane Cardoso representantes do atletismo Brasil. Na foto, Márcio agradecendo os patrocinadores que o ajudam na empreitada esportiva.

É grave

Com pandemia, mais de um terço dos paranaenses sofre com a fome que avança e aumenta a insegurança alimentar.

Um em cada três paranaenses está com a despensa vazia e pode ser que seja nosso vizinho.

Efeito Dória

A presidente da Associação dos Hospitais do Estado do Paraná, Márcia Rangel de Abreu, alerta que o aumento de tributos no Estado de São Paulo, que comporta 70% das fábricas produtoras de insumos hospitalares, pode resultar no crescimento dos custos nos hospitais do Paraná.

Tem hospital em risco de colapso financeiro por causa do aumento dos custos dos insumos e da queda de atendimento particular.

O campeão

O deputado estadual de primeiro mandato, Emerson Bacil (PSL), foi o grande campeão de gastos entre os 54 colegas, e isso em tempos de sessões remotas, em dias de ‘fique em casa’.

Os gastos do último mês do ano passado somaram R$ 103.144,18 da verba de ressarcimento.

O pagador de impostos, e de pecados, não deve concordar com as despesas do moço.

Fecha tudo

Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz defendem que apenas um lockdown nacional, com duração mínima de duas semanas, é capaz de conter o avanço da Covid-19 no Brasil.

Dizem que só medidas rígidas podem evitar que o mês de abril seja “ainda pior” que março, o mês mais fatal da pandemia até o momento, com 66.868 óbitos registrados.

Quero ver como reagem os empreendedores que ainda não perderam seus empreendimentos.

E os colaboradores dos empreendimentos que capegam e aqueles que não capegam mais…

Sabadão

Como aconteceu na semana passada, o comércio de Umuarama abrirá em horário especial neste sábado, dia 10.

É o Sabadão, com promoções imperdíveis e todo respeito aos protocolos de saúde.

Uma dica da Aciu é não levar crianças às compras.

As lojas atenderão das 09h00min às 17h00min.

Ética no serviço público

O MP no Rádio trata na edição desta semana de um tema muito importante e que tem relação direta com a vida de todos que, direta ou indiretamente, mantêm relações com os órgãos públicos: a ética no serviço público.

O que é a ética no serviço público e por que isso é importante para toda a população?

O entrevistado é o promotor de Justiça Leandro Garcia Algarte Assunção, do Ministério Público do Paraná.

O programa é esclarecedor e traduz para o cidadão temas importantes do nosso cotidiano.

Gosto e recomendo; está no portal do Ministério do Paraná.

Café no bule

Bolsonaro afirmou que Itaipu vai continuar ajudando o Paraná e que o novo diretor-geral brasileiro, general João Francisco Ferreira, será um super secretário do governador Ratinho Junior, a exemplo do seu antecessor, general Silva e Luna.

Super secretário e com muita grana para manter o ritmo dos pesados investimentos que Itaipu faz em Foz e região.

É incrível a montanha de dinheiro economizado apenas com o facão afiado nos exageros de gastos sem sentido.

Escrito apenas ontem…

Tudo deve ser feito tão simples quanto possível, mas não mais simples que isso.

– Albert Einstein.

Papo rápido

– Falei pro rapaz da padaria; tem pão?

– O que ele respondeu?

– Ele me abraçou quase chorando e disse; ‘tempão’ mesmo, que saudade…

– Ô solidão…

Não é só rico que lê no Brasil,

respondem editores a documento da Receita

(AE Notícias) Não é só rico que lê no Brasil e o preço médio do livro caiu 40% desde 2004. A informação do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), com base em levantamentos realizados para o setor por renomados institutos de pesquisa, como a Fipe, rebate dados de um documento da Receita Federal com perguntas e respostas sobre o projeto de fusão da PIS/Cofins em um único tributo. Dentro desse projeto, está a proposta da taxação do livro.

O livro é um produto isento de impostos desde a Constituição de 1946, proteção que foi mantida pela atual carta, de 1988. Em 2004, o mercado editorial foi desonerado também do PIS e Cofins, que, pela proposta do governo, seria substituído pela Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços (CBS), que tornaria os livros sujeitos à tributação mais uma vez, sob alíquota de 12%. Vale lembrar que embora o produto livro seja isento, as editoras pagam outras taxas. No caso de uma empresa de lucro presumido, esse valor fica em cerca de 2%.

O documento “Perguntas e Respostas” da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) foi atualizado nesta terça-feira, 6, pela Receita, que cuida da reforma tributária. Em nota enviada ao <b>Estadão</b>, o Snel, que é presidido por Marcos da Veiga Pereira, comenta três pontos do projeto que vem gerando crítica, debate, apreensão e mobilização do mercado editorial e de leitores desde o ano passado e voltaram à tona agora.

O documento diz que “não existem indicativos que confirmem a redução do preço dos livros após a concessão de PIS/COFINS”. O Snel responde: “A Pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro, produzida pela FIPE entre os anos 2004 e 2019, e agora pela Nielsen, indica uma queda do preço médio dos livros de 40% no período”.

Segundo o governo, que cita a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) de 2019, do IBGE, famílias com renda de até dois salários mínimos não consomem livros não didáticos e a maior parte desses livros é consumida pelas famílias com renda superior a 10 salários mínimos. “Analisando o quadro 1.1.1 da POF de 2017-2018, o consumo de livros não didáticos é dividido 50% entre as famílias com renda acima e abaixo de 10 salários mínimos. Mas a tese da receita confirma a profecia autorrealizável, de que o livro no Brasil é para os ricos”, rebate o Snel.

Por fim, no que diz respeito à afirmação “a tributação dos livros permitirá que o dinheiro arrecadado possa ser objeto de políticas focalizadas no âmbito da CBS”, o Snel duvida. “Até parece. Nunca o Brasil investiu em Cultura e Educação, o resultado está refletido nas posições vergonhosas que ocupamos no IDH e no PISA”.