07/06/2019

Celso Pozzobom comemora aniversário
No mês em que Umuarama completa o seu 64º aniversário, o prefeito Celso Pozzobom também recebe os parabéns por mais um ano de vida. Neste sábado, ele completa 65 anos e recebe as homenagens especiais da esposa Maria Dulce Barreiros Pozzobom, dos filhos Ana Paula Pozzobom e Cézar Pozzobom Neto, bem como outros familiares e da imensa legião de amigos.

Umuarama perde o pioneiro José Marques
Faleceu na madrugada de ontem e foi sepultado no fim do dia o ex-vice-prefeito de Umuarama, José Matos Rocha, também conhecido como José Marques. Ele teve forte atuação na política de Umuarama como parceiro do ex-prefeito Alexandre Ceranto, que também já faleceu. Foi vice-prefeito de Fernando Scanavaca na gestão de 2001 a 2004. O prefeito Celso Pozzobom decretou luto oficial no município.
A programação do 64º aniversário de Umuarama para este sábado, 8, prevê a Mostra de Dança Capital da Amizade no Teatro do Centro Cultural Vera Schubert, a partir das 19h30, e no domingo, 9, as atividades começam logo cedo, com a Caminhada Ecológica a partir das 7h30, saindo do Lago Aratimbó e percorrendo a Estrada Jaborandi até a estação de captação da Sanepar no rio Piava.
Das 8h às 12h acontece o “Domincão com a família”, para as pessoas que têm bichos de estimação e querem levá-los para um passeio muito divertido no Lago Aratimbó — numa parceria da Prefeitura com a rádio Ilustrada FM, programa Junto e Misturado e Agro e Pet.
E fechando o domingo, mais uma apresentação da Mostra de Dança Capital da Amizade às 19h30, no Teatro Vera Schubert.
O fascínio pelo mar já inspirou grandes obras, sejam elas literárias, poéticas, visuais ou musicais. Na história da música brasileira, por exemplo, Dorival Caymmi talvez tenha sido o compositor que melhor traduziu essa relação/ligação do homem com o mar, com seu emblemático repertório de “canções praieiras” um cancioneiro que remete a esse universo de forma literal, imagética ou mesmo trágica. “É doce morrer no mar/ Nas ondas verdes do mar/ É doce morrer no mar/ Nas ondas verdes do mar”, diz uma de suas canções mais famosas.
Esse encantamento também arrebatou Adriana Calcanhotto. E não é de hoje. A ponto de dar origem a uma trilogia de álbuns sobre o mar, iniciada há 20 anos, com Marítimo, que foi lançado em 1998; depois Maré, em 2008; e agora, Margem, que acaba de chegar às plataformas digitais, e encerra a trilogia. É como se essa narrativa se impusesse à cantora, sem que fosse planejada.
“Quando lancei o primeiro álbum, eu não tinha ideia de trilogia. Só quando eu tive vontade de fazer o segundo, foi que resolvi fazer esse terceiro”, conta a compositora, em entrevista ao jornal <b>O Estado de S. Paulo</b>, por telefone, do Rio – cidade em que vive quando não está em Coimbra, em Portugal, onde ministra curso sobre como escrever canções. A relação da cantora e compositora vai muito além do simples gostar do mar. É mais profunda.